Este jogo é a história de Isabelle,  uma garota que sempre sonhou em ser uma contadora de histórias profissional. O jogo não foi baseado em algum país ou cultura específica: é um mundo com diferentes culturas, muita história e diversas e histórias que foram passadas por diversas gerações.

O jogo começa em seu primeiro dia, quando você escolhe um professor: você irá viver com ele até ser uma adulta, ou ele julgá-la digna de se apresentar em um palco. Há vários professores, e seus trabalhos refletem isso: alguns são os melhores quando contam histórias melancólicas, enquanto outros são famosos por suas comédias… esta primeira escolha dá algumas características ao personagem: você terá uma que complementa o professor, uma que o irrita e duas comuns. Se seu professor é rígido, você terá interações que reforçam sua educação e respeito com os outros, interações que tentam brincar com os pensamentos do professor e duas que não fazem muita diferença.

Os primeiros anos, onde você estuda e cresce, são o tutorial: você recebe uma história, e a repete. Para contar uma história, há alguns blocos. Para explicar isso, um exemplo de história de teste: você deve contar a história de um Lobisomem. E, nesse caso, você foi ensinada por um professor muito tradicional.

  1. Você se apresenta;
  2. Explica como o Homem se tornou um Lobo;
  3. Conta a história “de verdade”;
  4. Termina a história.

Essa seria uma das primeiras, simples de se fazer. Em cada bloco, você deve escolher uma abordagem. Por exemplo, quando você está contando a história “de verdade”:

  1. Você pode contar a história como lhe foi ensinada, séria e melancólica.
  2. Contar a história e subvertê-la;
  3. Contar a história como outros profissionais a contam;
  4. Usar uma abordagem totalmente nova.

A ideia é que você deve seguir seu instinto, fazer o que as pessoas no público devem gostar de ouvir e respeitar seu professores e outros profissionais: se o público não gosta da história quando você a conta como seu professor, você pode mudá-la para excitá-los, e se funcionar seu professor pode “deixar passar”.

Quando a personagem termina o aprendizado, você começa sua vida: deve achar trabalhos, seja impressionando outros profissionais, se candidatando em teatros ou formando parcerias. A ideia ainda é a mesma: escolher opções de  conversa, criando sua própria história – alguns poderão lhe dar inspiração para novas abordagens, outros podem se tornar parte de sua família…

A principal diferença é que, quando não é mais uma aprendiz, não há mais a necessidade real de seguir o estilo de seu professor: se o fizer, você ganhará seu respeito, é claro, e o respeito das pessoas no Conselho que organizam os contados de histórias é importante para seu crescimento como uma, mas tentar coisas novas pode lhe dar outras oportunidades, como novos estudos sob outro professor, ou mais histórias para contar.

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