Este jogo é sobre um Imortal, que se tornou Rei, em um mundo medieval.

Você tem tudo que é obrigatório em um jogo de estratégia medieval: mercados, gerenciar unidades, lidar com outras facções… mas onde esta ideia se diferencia é que a guerra é psicológica, afinal, você é Imortal. O que todos pensam de você? Cada vez que você entra no campo de batalha, seus inimigos sabem: eles não podem te matar. Podem matar todo seu exército, exceto você: você pode ser capturado, mas nunca morto.

Isso permite diferentes situações: quando você está capturado, e você assume o papel do seu segundo em comando, cabe a você definir o que faze, se irá resgatar o Rei ou não. E há oportunidades que apenas ele pode fazer, e não o Rei: ele é um guerreiro que não tem conhecimento para melhorar a educação ou as plantações, mas o segundo em comando tem, e se você precisa de opções, a melhor ideia é ir contra seu Rei.

A imortalidade é um elemento que pode ser usado em sua dinastia: você pode perseguir outras mulheres, ou homens – quando se é imortal, você aprende a ignorar esse tipo de coisa -, e eles podem formar suas próprias famílias, que podem receber terras, papéis no reino… eles podem te trair, também: o exército pode deixar seus inimigos invadirem a capital e capturá-lo, enquanto eles reinam em sua ausência…

Para finalizar esta primeira parte – não sei ainda, exatamente, o que quero deste jogo – irei dizer isso: o jogo é uma ferramenta para jogadores criarem suas histórias, sobre traições, mentiras, e não apenas “quero ter o melhor reino”. Não, o jogador deve experimentar ser alguém acima de tudo: um Rei arrogante, viciado em guerra e prazeres carnais, e cabe as pessoas em sua corte lidar com estes desejos: se você quer consertar seus erros – o caminho do Rei é a guerra: suas ações são voltadas à guerra, e nunca com “outras coisas” -, você deve trair seu Rei, pelo bem maior.

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