Você pode ver a primeira parte desta ideia aqui. Eu falei sobre a peronagem principal, a Princesa, e suas cinco personalidades. Então agora pretendo descrever um pouco da trama geral do jogo e as experiências do jogador.

O mundo é um lugar bastante calmo: sem guerras, ou um grupo do mal querendo matar o rei, e a vida do povo é pacífica. Mas, em um torneio de artes marciais, um feiticeiro finalmente conseguiu abrir um portal e mandar a Princesa para outra dimensão, onde demônios, esqueletos, anjos e tudo que se pode imaginar lutam para continuarem vivos.

Ninguém sabia do seu segredo, entretanto: ela, assim como seu avô, sofre de múltiplas personalidades, e cada uma é mestre de uma arte marcial, e a melhor de todos. Este não é um jogo onde você é resgatada pelo príncipe, mas onde você detona tudo que é vivo até chegar a Coluna que a levará para casa.

A ideia principal é ter uma protagonista durona, com múltiplas personalidades, e refletir isso no jogo. Primeiro, há as mecânicas de combate, que são diferentes para cada uma, e tornam seus movimentos diferentes. Isso também muda sua interação com os personagens: a Assassina falaria o menos possível, mas a Amante iria flertar com qualquer coisa que possa pensar por si mesma.

Penso na interface do jogo, e como ela iria mudar com cada personagem, para refletir a personalidade. O problema com essa ideia é que iria mudar, mas não muito, pois o jogador precisa, facilmente, reconhecer a informação na tela sem ter que pensar “isso é a barra de vida? Mas essa não é a cor da barra de especial?”. As mudanças não seriam feitas nas áreas mais importantes da interface, como barras ou marcações, mas nos “adicionais”, como símbolos ou desenhos ao seu redor, ou uma pequena diferença na textura, ou no ângulo, e assim por diante.

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