Esta é uma continuação da ideia Hell’s Market.

Agora irei descrever um pouco mais a experiência do jogo, invés de definir mecânicas.

Conforme escrito na primeira parte, a ideia principal é explorar os relacionamentos de personagens: uma mulher que perdeu a família, uma criança que foi comprar doces, ou um homem que está vivendo sozinho pela primeira vez na sua vida. Todos os personagens reagem de formas diferentes, por diferentes razões, e não imagino que devam ser definidos por estereótipos: a criança pode parecer inocente, mas ser uma psicopata,  enquanto o motoqueiro assustador pode ser fã de programas de culinária.

Além dos personagens, o jogo ser em um super mercado cria uma sensação diferente: estes são lugares onde você tem tudo que você precisa, desde comida até entretenimento, mas quando você controla apenas uma coisa, você ganha muito poder, enquanto perde ele. Afinal, se você tem um corredor cheio de comida, você pode trocá-la por outras necessidades, ou por proteção, e cabe a você decidir o que fazer. Ou, se tem armas, ou algo que possa ser uma, você pode tomar comida e água por força, ou formar um grupo que venda proteção.

Este é um jogo que pode funcionar bem como um jogo online: jogadores teriam turnos para escolher suas ações, conversarem sobre o que fazer e fazer estas ações, negociando, ameaçando ou mentindo para outros jogadores, de outros corredores.

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