Este é, possivelmente, o maior jogo que tentarei projetar aqui.

A razão pela qual é tão grande, e quase impossível de se fazer? Este jogo é um MMO, onde ao invés de se focar nas armas que o jogador poderá conseguir, ou quests incríveis, o foco são as habilidades.

Cada jogador terá, no início do jogo, uma única habilidade, que ele irá criar: ele escolherá uma função, que pode ser ofensiva, defensiva ou de criação. Então, ele escolhe um instrumento: se é uma habilidade ofensiva, ele pode usá-la com espadas, lanças, martelos de duas mãos, ou até magia, se quiser. E depois que ele escolhe um instrumento, é hora de começar a “criação de habilidade” de verdade, onde você escolhe alguns efeitos: dano, velocidade, efeitos negativos ou positivos… Como dito antes, o foco do jogo é a criação de habilidades. Se eu fosse descrevê-las todas, agora, eu gastaria tanto tempo que não seria capaz de pensar em outros projetos durante alguns dias.

Em vez de entregar aos jogadores um mundo repleto de NPC’s, eu quero confiar nos jogadores para criarem histórias, pelo uso das habilidades: você pode ensinar alguém, ou tentar matá-los para ter uma chance de conseguir suas habilidades. Claro, no começo há a necessidade de dar armas, mas depois de algum tempo, jogadores irão criar mais. Alguns dos criadores poderão apenas mudar cores, e outros melhorar a armadura. E outro criador pode mudá-la completamente. Imagine as possibilidades do jogo, onde os jogadores criam suas habilidades, que podem ser únicas em todo o jogo, e dependem de outros para conseguirem melhores equipamentos.

Eu disse, anteriormente, que você pode matar jogadores para conseguir suas habilidades. O jogo é um grande PVP: enquanto há monstros – espadachins e magos controlados pela IA – para serem mortos, e possivelmente dar suas habilidades para os jogadores, cabe a eles criarem suas regras. Talvez os mais fortes decidam manter a paz na cidade, prometendo ensinar os jogadores que ajudarem a manter a paz. Sim, o conceito é falho, jogadores podem mandar tudo para o inferno e matar pessoas nas ruas. Para isso, há a necessidade de um sistema específico de combate.

O combate é lento, para parecer mais real. Você deve escolher como atacar, como defender. É menos um jogo de ação, e mais xadrez: você não pode vencer se atacar sem pensar, um bom jogador pode se esquivar e matá-lo com um ataque comum. Para permitir a “justiça”, inclusive para os melhores, você luta em primeira pessoa: se alguma pessoa tentar atacá-lo pelas costas, será difícil vê-los, você o fará por sorte, ou se sua habilidade única permitir.

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